terça-feira, 24 de janeiro de 2012

É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto,e o chopp é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário, quando se vê de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E perde o charme. O prazo. A identidade.A coerência. O rebolado. Nessas horas é que se vê o verdadeiro amor, aquele que é companheiro, que quer o bem acima de qualquer coisa. E é esse o amor que dura pra sempre. Na verdade esse é o único que pode ser chamado AMOR!Dê valor a quem te dá valor!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012


"Me permitir ser um pouco insignificante. E na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir."
Martha Medeiros

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
... e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.
Mahatma Gandhi

Enquanto o amor não vem, de Iyanla Vanzant

"...nem a vida nem o amor exigem que as pessoas desistam de sua dignidade, auto-estima, objetivos de trabalho, programa favorito de televisão ou bom senso. Por algum motivo, nem sempre entendemos isso direito. Acreditamos nisso especialmente em relação ao amor. Não entendemos q o amor é crescimento, é realização de potencial- ser mais quem vc é, fazer melhor o q faz, acreditar com mais convicção e tomar posse do q tem. Infelizmente, achamos q podemos nos unir a outras pessoas antes de nos unirmos a nós mesmos. Isso é absolutamente impossível. VOCÊ NÃO IRÁ RECEBER AMOR DE FORA ENQUANTO NÃO FOR AMOR PRÓPRIO!"

Enquanto o amor não vem, de Iyanla Vanzant

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Há Tempos....

Muitos temores nascem
Do cansaço e da solidão. 
Descompasso, desperdício. 

Tua tristeza é tão exata
E hoje o dia é tão bonito
Já estamos acostumados
A não termos mais nem isso...
 



terça-feira, 10 de janeiro de 2012


Tenho um mundo de fantasias onde tudo é perfeito, e esses medos não me corroem!

sábado, 1 de outubro de 2011


“…Era uma vez um pássaro. Adornado com um par de asas perfeitas e plumas reluzentes, coloridas e maravilhosas. Enfim, um animal feito para voar livre e solto do céu, alegrar quem o observasse.
Um dia, uma mulher viu esse pássaro e se apaixonou por ele. Ficou olhando o seu vôo com a boca aberta de espanto, o coração batendo mais rápido, os olhos brilhando de emoção.
Convidou-o para voar com ela, e os dois viajaram pelo céu em completa harmonia. Ela admirava, venerava, celebrava o pássaro.

Mas então pensou: talvez ele queira conhecer algumas montanhas distantes! E a mulher sentiu medo.
Medo de nunca mais sentir aquilo com outro pássaro. E sentiu inveja, inveja da capacidade de voar do pássaro.
E sentiu-se sozinha.

E pensou: “Vou montar uma armadilha. A próxima vez que o pássaro surgir, ele não mais partirá.”
O pássaro, que também estava apaixonado, voltou no dia seguinte, caiu na armadilha, e foi preso na gaiola.
Todos os dias ela olhava o pássaro. Ali estava o objeto de sua paixão, e ela mostrava pra suas amigas, que comentavam:”Mas você é uma pessoa que tem tudo.”
Entretanto, uma estranha transformação começou a processar-se: Como tinha o pássaro, e já não precisava conquistá-lo, foi perdendo o interesse.
O pássaro, sem poder voar exprimir o sentido de sua vida, foi definhando, perdendo o brilho, ficou feio – e a mulher já não prestava mais atenção nele, apenas na maneira como o alimentava e como cuidava de sua gaiola.

Um belo dia, o pássaro morreu. Ela ficou profundamente triste, e vivia pensando nele. Mas não se lembrava da gaiola, recordava apenas o dia em que o vira pela primeira vez, voando contente entre as nuvens.
Se ela observasse a si mesma, descobriria que aquilo que a emocionava tanto no pássaro era sua liberdade, a energia das asas em movimento, não o seu corpo físico.
Sem o pássaro, sua vida também perdeu o sentido.

Oxalá tivesse entendido: o amor só dura em liberdade. Mas agora era tarde demais.
11 Minutos - Paulo Coelho